Claudio Tozzi    

1963
Início de sua carreira. Participa do XI Salão de arte Moderna, vencendo o concurso de cartazes desse Salão.

1964
"Brazilian Art Today" Royal College of Art Galeries, Londres, Berlim, Viena.

1966
Aparece em diversas mostras coletivas. Participa de exposição e debate na faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de são Paulo.

1967
Faz a série de pinturas "Bandido da Luz Vermelha", trabalhos com a mesma linguagem da história em quadrinhos, iluminados por faxho de luz vermelha rotativo. Participa da IX Bienal de São Paulo. Expõe no IV Salão Nacional de Arte Contemporânea (Brasília), onde seu painel "Guevara Vivo ou Morto" é parcialmente destruído.

1968
Manifestação coletiva "Bandeiras e Estandartes" na Praça General Osório, Rio de Janeiro. Participa da mostra "O artista Brasileiro e a Iconografia de Massa", na Escola Superior de Desenho Industrial, E DO Salão Esso de Artistas Jovens, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Em Belém apresenta a série "Bandido da Luz Vermelha" no Centro Cultural de Belém, com exposição e debate em praça pública. Representa o Brasil no Prêmio Latino Americano Codez, em Buenos Aires.

1969
Participa do X Bienal de São Paulo, onde expõe os painéis "Multidões", de grandes formatos, que documentavam cenas e manifestações políticas da época, pintados em 68. Em Salvador expõe na II Bienal Nacional de Artes Plásticas. Realiza viagem de estudos à Europa, integrado a equipe do TUSP no Festival de Nancy. Inicia a série "Astronautas" e "Módulos Lunares", exexultada com tintas industriais.

1970
Recebe o prêmio de aquisição na mostra Jovem Arte Contemporânea em São Paulo e participa do Salão Paulista de Arte Contemporânea.

1971
Individual na Galeria Ars Mobile, em São Paulo. É convidado para a Bienal Internacional del Deporte, em Barcelona, e para o Panorama Atual da Arte Brasileira no Museu de Arte moderna de são Paulo. Inicia a série de pinturas e objetos "Parafusos".

1972
Faz o painel "Zebra" na lateral de um prédio na Praça da República, em São Paulo. Participa da mostra "Arte Brasil Hoje" - 50 Anos Depois "na Galeria Collectio. Integra a Exposição Internacional de Gravura Nugrasp no museu de Arte Moderna de São Paulo.

1974
Integra a mostra "Prospectiva 74" no Museu de Arte Contemporânea da USP. Participa da exposição "Vanguarda Brasileña" no CYAC, em Buenos Aires, e da mostra "Arte de Sistemas en America Latina" no Institute of Contemporary Art, em Londres.

1975
Realiza a exposição individual intitulada "Cor/Pigmento/Luz" na Galeria Bonfiglioli, São Paulo. Participa do festival Due Mondi, em Spoleto, Itália. Recebe o prêmio Guarantã de viagem ao exterior da Associação Brasileira de Críticos de viagem ao exterior da Associação Brasileira de Críticos de Arte.

1976
Integra a representação brasileira na Bienal de Veneza com mostra no Pavilhão Brasileiro. Participa da Bienal Americana de Cali, na Colômbia, e da exposição "Arte Agora" no Museu de Arte Moderna de São Paulo.

1977
Integra a exposição "Latin América 76" na Fundación Juan Miró, Barcelona. Recebe convite para participar da mostra "Arte Actual de Iberoamericana" no Instituto de Cultura Hispânica, em Madri. Realiza exposição no Escritório de Arte Magalhães Gouveia, em São Paulo, e na Galeria Artespaço, em Recife. Transfere sei ateliê para a rua Franco do Rocha, em Perdizes.

1979
Executa painel na estação Sé do metrô paulista. Realiza exposição individual no Núcleo de Arte Contemporânea, em João Pessoa. Participa da mostra "Matrizes, Filiais e Cia" no SESC Vilanova, em São Paulo Integra a representação brasileira na Trienal Latino Americana del Grabado, e, Buenos Aires. Recebe prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna, no Rio de Janeiro.

1980
Escolhido para integrar a mostra "Dez Pintores Anos 70 - Destaque Hilton", que circulou por várias capitais. Realiza exposições individuais nas galerias Saramenha (Rio), Oscar Seraphico (Brasília) e Bonfiglioli (São Paulo). Executa painel para o SESC Vilanova. É convidado para integrar a representação brasileira na Bienal de Paris.

1981
Individuais nas Galerias Bonino (Rio), Casa Grande (Goiânia) e Momento (Curitiba). Realização do filme "Claudio Tozzi" em 35mm, de Fernando Coni Campos, com roteiro de Fábio Magalhães, projetado em várias capitais. Integra a exposição "Do Moderno ao Contemporâneo", coleção Gilberto Chateaubriand, no Museu de Arte Moderna do Rio. Recebe prêmio Pirandello de Artes Plásticas. Integra a representação brasileira na Bienal de Medelin, na Colômbia.

1982
Individual na Galeria Paulo Figueiredo, onde apresenta as pinturas e objetos denominados "Colcha de Retalhos". É convidado para o Festival de Inverno, expondo pinturas no Auditório Campos do Jordão. Integra a mostra "Esporte e Sociedade Brasileira" no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Participa da mostra de pintura brasileira na Kouros Gallery, em Nova Iorque.

1983
Exposição individual na Galeria São Paulo. Participa do evento "Arte na Rua", executando "outdoor" na Av. Sumaré, organizado pelo Museu de Arte Contemporânea de São Paulo.

1984
Realiza exposição individual na Galeria São Paulo, onde apresenta a série "Passagens". É convidado para fazer o símbolo do Carnaval de São Paulo. Participa da exposição coletiva internacional no Gelsenkirchen Museum, na Alemanha. Integra as mostras "Retrato e Auto-Retrato da Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand" no Museu de Arte Moderna de São Paulo, "Viva a Pintura", na Petite Galerie e "Paredes Casa Vogue", mo Museu de Arte de São Paulo. Olívio Tavares de Araújo realiza o documentário "Claudio Tozzi", em vídeo, sobre sua obra. Integra a mostra "Tradição e Ruptura" na Bienal de São Paulo.

1985
Individual na Galeria GB no rio de Janeiro e no Centro Cultural de São Bernardo do Campo. Integra a mostra "Caligrafias e Escrituras" na FUNARTE, no Rio de Janeiro, e a mostra "Releituras", na Pinacoteca do Estado e na Bienal de São Paulo.

1986
Realiza exposição individual na Galeria Montessanti (São Paulo e Rio de Janeiro), Galeria Gesto Gráfico (Belo Horizonte), Galeria Inês Fiuza (Fortaleza), Galeria Contemporânea (Campo Grande) a na Art Studio, em Nova Iorque. Integra a representação brasileira na Bienal de Havana.

1987
Participa do evento "Gesto Alucinado" no Rio Design Center, Rio de Janeiro, e no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo. Realiza individual de pinturas no Museu Histórico e Cultural de Jundiaí.

1988
Realiza exposições individuais na Galeria Montessanti (São Paulo e Rio de Janeiro), Galeria Mônica Filgueiras de Almeida (São Paulo), no Escritório de Arte da Bahia e Prova do Artista (Salvador). Participa da exposição "Figura e Objeto - 63 a 66" na Galeria Milan, em São Paulo. Integra a mostra "Os Ritmos e as Formas - Arte Brasileira" no SESC Pompéia, São Paulo.

1989
Participa do concurso para execução de painel no Palácio dos Bandeirantes e do evento Arte em Jornal, publicado no Jornal da Tarde, em São Paulo. Integra a mostra de arte brasileira "Modern Brasilianski Biledkunst", na Dinamarca. É convidado para executar painel na Estação Barra Funda do metrô paulista. São publicados dois livros retrospectivos de sua obra: Obra em Construção - 25 anos de Trabalho de Claudio Tozzi, de Fábio Magalhães, diretor do MASP - Museu de Arte de São Paulo e Claudio Tozzi - O Universo Construído da Imagem, de Jacob Klintowitz.

1990
É convidado para a exposição "Façades Imaginaires" em Grenoble, França. Participa da mostra "Grandes Formatos" no Museu de Arte Moderna de São Paulo.

1991
Participa da II Exposição Internacional de Esculturas Efêmeras em Fortaleza. Tem sala individual na XXI Bienal de São Paulo. É convidado para a Bienal de Makurazaki, no Japão, onde recebe menção honrosa. Realiza exposição individual no Espaço Engenho central em Sorocaba. Participa da mostra "Declaração Universal dos Direitos do homem", que circula e diversas cidades, e da exposição" O que faz você agora, geração 60?" no museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo.

1992
Participa da exposição "Futebol e Arte" na Pinacoteca de São Paulo, da mostra" Anos 60/70 - Coleção Gilberto Chateaubriand" no SESI/São Paulo e da exposição "Arte e Ecologia 92" no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

1993
Executa painel para o "Metrópolis" na TV Cultura. É realizado o vídeo "Claudio Tozzi - Encontro com o artista" pelo Centro Cultural Itaú. Realiza exposição individual com obras produzidas no período de 1983 a 1993 no Museu da Casa Brasileira e no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

1994
Participa da mostra ''Bienal Brasil Século XX'' na Bienal d São Paulo, da mostra ''Trincheiras'' no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, da coletiva ''O Espaço'', no Centro Cultura dos Correios do Rio de Janeiro e do evento ''Passaporte para o ano 2.000'' na Estação Júlio Preste, São Paulo, mostra que circula em diversas cidades.

1995
Realiza exposição individual na Galeria D do Centro Cultural de Campinas, São Paulo. Participa da coletiva ''Visual Road'' na Galeria Magalhães Gouvêa e da mostra ''O Desenho em São Paulo'' na Galeria Nara Roesler. Executa painel para o edifício da Cultura Inglesas, em São Paulo.

1996
É convidado para coletiva de inauguração do Espaço Cultural de Palmas, no Tocantins. Participa da mostra ''Cinco Visões da Tridimensionalidade'' e da exposição ''Off Bienal'' no Museu Brasileiro da Escultura em São Paulo. Faz parte da Exposição Internacional de Escultura ao Ar Livre, no Sesc de Porto Alegre e da mostra ''Brahma Reciclarte'' nos espaços do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

1997
Realiza exposição individual na Galeria Nasser em Uberlândia e na Galeria Coletânea no Rio de Janeiro. Participa da mostra ''Eletromídia'', painéis eletrônicos em diversas cidades brasileiras e da exposição ''Visões do Múltiplo Contemporâneo'' na Galeria Múltipla, em São Paulo.

1998
Realiza exposição individual "Geometrias do Tempo" na Galeria São Paulo, "Múltiplas Diferenças" no IBEU, Rio de Janeiro e Centro Cultural de São José dos Campos. Participa da mostra coletiva "Mestres da Arte Brasileira" no Museu de Arte Contemporânea de Campinas, "Trinta Anos de 68" no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, "Fubebol e Arte" em São Paulo, Rio, Brasilia e Paris,"Figurações" no MACUSP e "Fronteiras" no Centro Cultural ITAU.

1999
Exposição individual no Museu Andrade Muricy em Curitiba, no Museu de Arte Contemporânea de Londrina, Museu de Arte Moderna de Cascavel e no Museu de Arte IBEU em Belém do Pará e as coletivas "Viagem de Identidades" na Casa das Rosas, SP, "O Brasil no século da arte: coleção MACUSP" na Fiesp. Recebeu prêmio de viagem ao exterior, pela melhor exposição do IBEU, Rio de Janeiro.

2000
Participa da "Mostra do Redescobrimento - Arte Contemporânea" na Bienal de São Paulo. "O papel da Arte" no MAC/USP e "Década de 60 - Coleção Pirelli" no MAM SP. Realiza exposição individual no Centro Cultural Bank Boston - Alphaville. É editado vídeo sobre sua obra: "Claudio Tozzi - Obra e Evolução" pela TV Senac, SP.
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